
Convido-vos para uma viagem cheia de apontamentos, rostos, nomes, projectos… uma viagem de presentes ‘grávidos’ de futuro. Um sonho que cada passado lúcido se esforça para dar à Luz… Precisamos de um novo ‘plantador de naus a haver’ (F. Pessoa).
Olhando o Portugal que somos, continuamos a ser um povo que se julga Camões (E. Lourenço). Invocar um herói que nos dê coesão é um objectivo decente se, disse António Barreto, ‘soubermos resistir à tentação de nos apropriarmos do passado e dos heróis, a fim de desculpar as deficiências contemporâneas’.
O momento alto do discurso chega (para mim) com as palavras: ‘Dê-se o exemplo e esse gesto será fértil! (…) Políticos, empresários, sindicalistas e funcionários: tenham consciência de que, em tempos de excesso de informação e de propaganda, as vossas palavras são cada vez mais vazias e inúteis e de que o vosso exemplo é cada vez mais decisivo’ (A. Barreto).
Olhando o Portugal que somos, continuamos a ser um povo que se julga Camões (E. Lourenço). Invocar um herói que nos dê coesão é um objectivo decente se, disse António Barreto, ‘soubermos resistir à tentação de nos apropriarmos do passado e dos heróis, a fim de desculpar as deficiências contemporâneas’.
O momento alto do discurso chega (para mim) com as palavras: ‘Dê-se o exemplo e esse gesto será fértil! (…) Políticos, empresários, sindicalistas e funcionários: tenham consciência de que, em tempos de excesso de informação e de propaganda, as vossas palavras são cada vez mais vazias e inúteis e de que o vosso exemplo é cada vez mais decisivo’ (A. Barreto).
Neste modo de escrever o mundo julgo que continua a fazer sentido considerar-se inteligentemente a possibilidade de Deus (o Amor que é) como uma referência para o exemplo. Não podemos ignorar que essa é a força da mensagem do Evangelho e o testemunho de Cristo. Podemos dizer de muitas maneiras mas a vida é que confirma a força de cada palavra.
Aqui faço três paragens obrigatórias: António Alçada Baptista e João Bénard da Costa e Adriano Moreira. Os dois primeiros fazem parte daquelas ‘mortes de homens que acreditavam totalmente na vida, no homem e em Deus" (John Ford) e Adriano Moreira recebeu o prémio Padre Manuel Antunes do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.
Aqui faço três paragens obrigatórias: António Alçada Baptista e João Bénard da Costa e Adriano Moreira. Os dois primeiros fazem parte daquelas ‘mortes de homens que acreditavam totalmente na vida, no homem e em Deus" (John Ford) e Adriano Moreira recebeu o prémio Padre Manuel Antunes do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.
São exemplos e neles o mérito é justo.
Dê cada um de nós exemplo e o mundo fará mais sentido.

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